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Passageiro amarrado com fita em voo nos EUA é identificado e responde por agressão

Homem é amarrado a poltrona de avião após gritar e proferir xingamentos racistas e homofóbicos durante voo entre Dallas e Nova Jersey, nos EUA Reprodção/R...

Passageiro amarrado com fita em voo nos EUA é identificado e responde por agressão
Passageiro amarrado com fita em voo nos EUA é identificado e responde por agressão (Foto: Reprodução)

Homem é amarrado a poltrona de avião após gritar e proferir xingamentos racistas e homofóbicos durante voo entre Dallas e Nova Jersey, nos EUA Reprodção/Redes sociais O passageiro que foi amarrado com fita adesiva a uma poltrona durante um voo da American Airlines, após uma confusão a bordo, foi identificado como Arthur Layne Lundeen, de 67 anos. Ele foi preso depois que o avião pousou em Baltimore, no estado de Maryland, na costa leste dos Estados Unidos. Lundeen responde a acusações de agressão de segundo grau e "conduta desordeira", segundo a polícia responsável pela segurança dos transportes em Maryland e registros judiciais citados pela imprensa americana. 📱Favorite o g1 no Google e acompanhe as principais notícias do dia O caso ocorreu na quinta-feira (3), no voo 618, que seguia de Dallas, no Texas, para Newark, em Nova Jersey, na região de Nova York. A aeronave precisou mudar a rota e pousar em Baltimore por causa da ocorrência. Segundo passageiros ouvidos pela ABC News, Lundeen começou a gritar, fazer comentários ofensivos contra funcionários da companhia e outros passageiros e usar xingamentos racistas e homofóbicos. Agora no g1 Em determinado momento, segundo testemunhas, ele também se envolveu em uma agressão física contra outro passageiro. Juan Mejía, ex-agente de segurança que estava no voo, contou à emissora que decidiu intervir junto com outro passageiro. Lundeen foi então imobilizado na poltrona com fita adesiva e teve as mãos presas com braçadeiras plásticas. “Não estávamos tentando machucá-lo. Estávamos tentando contê-lo e controlar a situação para que ela não piorasse”, disse Mejía à ABC News. 📱Baixe o app do g1 para ver notícias em tempo real e de graça Uma passageira ouvida pela NBC News afirmou que Lundeen se debatia enquanto tripulantes e outros passageiros tentavam contê-lo. Ela também relatou que o homem dirigiu ofensas racistas a pessoas a bordo. Depois do pouso em Baltimore, Lundeen foi retirado do avião e levado sob custódia. A aeronave seguiu posteriormente para Newark. Arthur Layne Lundeen, de 67 anos, foi identificado como o passageiro detido após confusão em voo da American Airlines entre Dallas e Newark, nos EUA. LinkedIn/Reprodução O FBI, a polícia federal dos Estados Unidos, informou que está ouvindo testemunhas e reunindo informações sobre o que ocorreu durante o voo. O órgão disse que vai consultar a Procuradoria dos EUA em Maryland para decidir se haverá também acusações na esfera federal. A Administração Federal de Aviação dos EUA (FAA), órgão responsável pela aviação civil no país, também investiga o episódio. Segundo a Newsweek, Lundeen trabalhava no setor imobiliário em Tucson, cidade do estado do Arizona, no sudoeste dos EUA. A Long Realty, empresa à qual ele era ligado profissionalmente, informou à revista que encerrou o vínculo após tomar conhecimento do caso. A empresa afirmou que a conduta descrita nas reportagens era incompatível com os padrões de profissionalismo e respeito esperados de seus profissionais. De acordo com registros judiciais citados pela imprensa americana, Lundeen foi liberado após uma audiência inicial na sexta-feira (4) e deverá voltar ao tribunal em 19 de outubro. A American Airlines afirmou que não tolera violência e que a segurança de passageiros e funcionários é sua prioridade. Leia abaixo a nota da American Airlines: "Em 3 de setembro, o voo 618 da American Airlines desviou sua rota para Baltimore devido a um passageiro que apresentava comportamento inadequado. Ao chegar, as autoridades policiais receberam a aeronave e auxiliaram no desembarque do passageiro antes que o voo seguisse para o seu destino. A segurança e o bem-estar de nossos clientes e membros da equipe são nossa prioridade máxima, e não toleramos violência. Agradecemos aos membros de nossa equipe pelo profissionalismo e aos nossos clientes pela compreensão." Aviões da American Airlines no Aeroporto Internacional de Miami, nos Estados Unidos, em julho de 2015. Alan Diaz/AP LEIA TAMBÉM: Quem é Alejandro Betancourt, o polêmico bilionário por trás do acordo de petróleo entre EUA e Venezuela Em Gana, caixões personalizados contam a história de quem morreu Dívida dos EUA passa de R$ 200 trilhões. Por que Trump não consegue frear a alta?